28 de dezembro de 2017

[RESENHA] Amante Libertada - J. R. Ward

O novo volume da série mais instigante sobre vampiros é palco de grandes revelações do mundo criado por J. R. Ward. Um turbilhão noturno, com personagens perigosos, faz da Irmandade da Adaga Negra uma saga assustadora e de paixões arrebatadoras! Amante Libertada traz Payne, irmã gêmea de Vishous, tendo que enfrentar um grande desafio: arrumar forças para sobreviver com uma possível paralisia. Para que seja salva, o Dr. Manuel Manello é chamado, na esperança de que suas habilidades médicas a tirem dessa condição. Esse encontro de mundos é a base para o início de um romance recheado de riscos, sedução e erotismo.
Jovem Adulto (+18) | 556 Páginas | J. R. Ward | Editora Universo dos Livros | Skoob | Classificação: 3/5  


Quando estava lendo os livros anteriores, e vi que teria um livro onde falaria sobre a irmã de Vishous (meu love), eu fiquei bem empolgada. No entanto, confesso que esperava mais do livro. Veja bem, não é que o livro seja ruim, mas ele não supriu minhas expectativas; e eu vou explicar direitinho o porquê para vocês.

Amante Libertada contará a história de Payne. Ela é filha da Virgem Escriba com um ex-membro da Irmandade da Adaga Negra e, como disse, irmã de Vishous. Conhecemos a vampira quando ela passou a treinar com Wrath. Durante esse treino, ela acabou ficando gravemente ferida. Com isso, ela foi levada a Irmandade para que Jane cuidasse dela. Contudo, por conta de seus ferimentos, ela acaba precisando da ajuda de outro médico, Manny Manello, ex-colega de trabalho de Jane.   

Eu disse no começo da resenha que esse livro acabou me decepcionando. Pois bem... Eu, até agora, gostei muito dos livros da série, uns mais que outros. Mas, esse, foi bem chato de acompanhar. Vou explicar: a protagonista se mostrou uma pessoa bem irritante e, por diversas vezes, mimada. Quando ela apareceu pela primeira vez, eu pensei que ela seria outra versão da Xhex: forte, guerreira... Mas não foi isso que encontrei no livro. Já Manny foi tão chato quando Payne. Eu, que sempre fico babando pelos homens dessa série, fiquei torcendo para que chegassem logo as cenas paralelas do livro, para que assim, o protagonista sumisse de cena.

Como sempre, essas cenas paralelas são muito boas para sabermos os próximos passos da série. Uma diferença nesse volume foi a aparição de dois personagens: José de La Cruz e Veck. Este último sendo o protagonista de outra série da autora, Fallen Angels. Eu tenho que dizer que esse foi um dos livros que menos gostei da série. Ficou bem abaixo de “Amante Meu”. Mas eu não desisti da série, ainda a amo e continuo fã da Ward. Algo que continua o mesmo nesse livro são as cenas de violência e as partes eróticas.

Em suma, eu li esse livro porque eu não queria pular a sequencia da série. Mas que dá vontade de pular, isso dá. Eu sugiro que você esqueça os problemas que ele tem, e leia. Talvez você acabe gostando dele.






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